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Pra início de conversa, Inbound Marketing e Marketing de Conteúdo

Digital | 4 min de leitura

Publicado em: 10 de abril de 2019
Escrito por:
TELES TELES - Gerente de conteúdo

Conteúdo é o novo anúncio, #hashtag é o novo slogan. A frase é uma referência literal ao início do capítulo nove de Marketing 4.0 - do Tradicional ao Digital, de Philip Kotler em coautoria com Hermawan Kartajaya e Iwan Setiawan, e faz muito sentido com a realidade em que vivemos hoje.

O Marketing de Conteúdo se popularizou nos últimos anos e promete ser a nova propaganda da economia digital. A transparência que existe na internet mudou a maneira dos consumidores interagirem com as marcas e originou a ideia de Marketing de Conteúdo. O Inbound Marketing é uma tendência do setor para conquistar e encantar clientes através de relações de confiança com a marca.

É comum que as pessoas confundam ou achem que são a mesma coisa. Spoiler: elas não são. 

O Inbound Marketing, que traduzido para o português é o Marketing de Atração, consiste em um planejamento completo e amplo de estratégias do Marketing Digital: SEO, Marketing de Conteúdo e Estratégia em Redes Sociais. Considerando o caminho do consumidor, possui quatro etapas: Atração, Conversão, Venda e Encantamento (Fidelização). Assim, o Inbound objetiva atrair visitantes para um site ou blog, executar uma ação e propagar a marca positivamente em comunidades online/offline. Não é fácil colocar uma campanha de Inboud para “rodar”. É preciso que haja dedicação em cada ação executada: criação de persona (personificação de clientes potenciais), detalhamento e análises de métricas, monitoramento nas redes sociais, etc. Para isso, é preciso criar conteúdo, no mínimo, relevante para que possa ser considerado atraente. Lembre-se: um único momento de prazer inesperado é o que basta para converter o cliente potencial em advogado da marca.

Para economizar palavras, o Marketing de Conteúdo é a aproximação que compreende criar, selecionar, distribuir e ampliar conteúdo interessante, relevante e útil, para um público bem definido, com objetivo de gerar conversas. É conectar marcas e pessoas com histórias envolventes, oferecendo acesso de maneira sutil sem forçar as vendas. O desafio é planejar e distribuir o conteúdo no melhor mix de canais. Por exemplo, postar um artigo no site, compartilhar nas redes sociais e promover e-books.

Em se tratando de formatos, não há uma obrigatoriedade, o que é certo ou errado. Conteúdo bom é bom conteúdo. Claro que existem alguns atalhos. No Inbound Marketing, por exemplo, e-books são formatos valiosos. Eles podem ser utilizados como “isca digital” ou benefícios gratuitos que levam o público até uma Landing Page para coletar leads. A partir daí, inicia-se o relacionamento entra marcas e pessoas. O primeiro passo é educá-las para que se tornem clientes e o segundo é fidelizá-las para que se tornem promotores da marca. 

Na economia compartilhada, o propósito de uma empresa tem que estar claro. O consumidor precisa entender isso. Como uma empresa pode ajudá-lo? De qual lado a empresa está? Como a empresa se posiciona? A qual tribo ela pertence? Antes de embarcar em uma jornada de marketing de conteúdo, é preciso definir claramente os objetivos. Isso vai ajudar os profissionais de comunicação a mergulhar no segmento, alinhar as metas com os objetivos do negócio, distribuir conteúdo relevante para o público-alvo selecionado e, finalmente, chegar ao UAU!

Em última análise, para atrair pessoas (Inboud Marketing) é preciso conteúdo qualificado (Marketing de Conteúdo). Um depende do outro.

A armadilha mais comum é sair produzindo e adaptando o mesmo conteúdo para todos os meios, quando o correto é planejar as atividades e produzir conteúdo específico para cada meio (já dizia McLuhan). Na Álamo, criação de conteúdo não é qualquer trabalho rápido e volumétrico. Exige empenho, compromisso com o tempo e verba. Por exemplo, os textos de um site ou blog dos clientes da agência são informativos e bem construídos, as postagens nas redes sociais são planejadas, dinâmicas e atraentes, e os resultados são mensurados. Se o conteúdo produzido não for de alta qualidade e útil para o usuário, a campanha é sinônimo de fracasso.

A definição de bom conteúdo para uma empresa, nem sempre é a mesma do consumidor. E quer saber? No fim das contas é a definição dele que conta.
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